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Angicos,26/01/2026

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Comércio exterior do RN soma US$ 53,1 milhões em agosto, com melancias entre os principais destaques

Apesar do desempenho, o estado fechou o mês com déficit de US$ 6,5 milhões, atribuído à ausência de exportações de óleo combustível, tradicionalmente o principal produto da pauta potiguar.

Tribuna do Norte
Comércio exterior do RN soma US$ 53,1 milhões em agosto, com melancias entre os principais destaques Porto de Natal - Foto: Sandro Menezes

O Rio Grande do Norte registrou movimentação de US$ 53,1 milhões no comércio exterior em agosto de 2025, resultado da soma de US$ 23,3 milhões em exportações e US$ 29,8 milhões em importações. Os dados constam no 11º Boletim da Balança Comercial, divulgado pela Secretaria do Desenvolvimento Econômico, da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (SEDEC).

Apesar do desempenho, o estado fechou o mês com déficit de US$ 6,5 milhões, atribuído à ausência de exportações de óleo combustível, tradicionalmente o principal produto da pauta potiguar. No acumulado do ano até agosto, o RN manteve saldo positivo de US$ 281,4 milhões, com US$ 577,2 milhões em exportações e US$ 295,8 milhões em importações, totalizando corrente de comércio de US$ 873 milhões.

Entre os destaques das exportações em agosto estão melancias frescas (US$ 4,5 milhões), bulhão dourado (US$ 3,8 milhões), melões frescos (US$ 3,3 milhões), pedras preciosas, exceto diamantes (US$ 2 milhões) e mamões frescos (US$ 1,8 milhão). Esses produtos representaram 66% do total exportado, tendo como principais destinos o Reino Unido, Canadá, Países Baixos, Tailândia e Estados Unidos.

Nas importações, prevaleceram insumos e equipamentos industriais, como trigo e misturas de trigo com centeio (US$ 7,3 milhões), máquinas para encher sacos e caixas (US$ 3,2 milhões) e coque de petróleo (US$ 1,4 milhão). Os principais países fornecedores foram Argentina, China, Alemanha, Estados Unidos e Espanha, que responderam por 82,2% das compras externas do estado.

Segundo a SEDEC, os números reforçam a importância da fruticultura, da mineração e da pesca para a economia potiguar, mas também evidenciam a dependência do óleo combustível para garantir superávits comerciais. A secretaria destacou ainda o papel da infraestrutura portuária, que concentrou 61,8% das exportações e 87,9% das importações em agosto.





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