Suspeito de matar idosa na porta de casa em Assú é preso em Caicó
Maria de Fátima de Oliveira Silva, de 66 anos, foi baleada ao atender um homem que, segundo a polícia, seria o alvo dos disparos
Maria de Fátima de Oliveira Silva, de 66 anos, morreu em 19 de setembro, um dia após ser baleada na porta de casa, em Assú - Foto 1: Reprodução | Foto 2: Divulgação/PCRN A Polícia Civil prendeu nesta sexta-feira 16, em Caicó, no Seridó potiguar, um homem suspeito de matar a tiros Maria de Fátima de Oliveira Silva, de 66 anos, na porta de casa, em Assú, na Região Oeste do Rio Grande do Norte. A idosa foi baleada em 18 de setembro e morreu no dia seguinte. O nome do investigado não foi divulgado.
Durante a ação, que contou com o apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), os policiais apreenderam uma pistola e aparelhos celulares. O material será submetido à perícia e poderá auxiliar na apuração. A motivação do crime ainda não foi esclarecida, e a Polícia Civil segue investigando as circunstâncias e a possível participação de outras pessoas.
Segundo a investigação, Maria de Fátima estava em casa, no bairro São João, quando foi chamada à porta por um homem desconhecido, por volta das 11h. Ao atendê-lo, ela foi atingida por tiros efetuados por uma terceira pessoa. Familiares relataram que um dos disparos acertou a cabeça da vítima.
De acordo com a Polícia Civil, o homem que chamou a idosa seria o alvo do atirador. Ele também foi baleado, mas sobreviveu aos ferimentos.
Após os disparos, um neto levou Maria de Fátima à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Assú. Por volta das 16h daquele dia, ela foi transferida para o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró. A vítima permaneceu internada e intubada até morrer na tarde de 19 de setembro.
Conhecida como “Fatinha”, Maria de Fátima costumava ajudar os vizinhos, conforme relatou o cunhado, João Batista da Silva. Ao falar sobre a morte, ele descreveu a reação dos moradores da rua onde ela vivia.
“É muito revoltante, não só para a família, mas para os vizinhos. Lá a rua está fechada, porque o movimento do povo, tudo revoltado. (…) Não é porque é a minha cunhada não, mas todo mundo conhece ela, todo mundo ama ela naquela rua”, afirmou.



COMENTÁRIOS