Flávio Bolsonaro articula segundo turno e recebe apoio de Álvaro Dias no RN
O ex-prefeito de Natal e candidato ao Governo do RN Álvaro Dias (PL) declarou apoio a Flávio Bolsonaro após o resultado do primeiro turno.
Foto: Divulgação O segundo turno da eleição presidencial já movimenta as campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT), que avançaram na disputa após o primeiro turno. Nesta segunda-feira (5), Flávio passou a manhã em reuniões com integrantes de sua campanha, em Brasília, para definir os próximos passos da corrida eleitoral. A agenda também deve incluir conversas com aliados que tiveram destaque nas eleições estaduais.
Entre os nomes esperados nas articulações está o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), além do deputado federal eleito Nikolas Ferreira (PL-MG). Flávio terminou o primeiro turno na liderança, com 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 45,16%.
No Rio Grande do Norte, a disputa pelo Governo do Estado também será decidida no segundo turno, entre Cadu de Lula (PT) e Allyson (União). A posição mantém o candidato do União sem alinhamento público com Flávio nesta etapa da eleição.
Já o ex-prefeito de Natal e candidato ao Governo do RN Álvaro Dias (PL) declarou apoio a Flávio Bolsonaro após o resultado do primeiro turno. Em mensagem publicada nas redes sociais, Álvaro agradeceu aos eleitores que apoiaram sua candidatura e afirmou que o resultado das urnas mostrou, na avaliação dele, o crescimento da direita no estado.
Ao comentar especificamente a disputa presidencial, Álvaro confirmou seu apoio a Flávio. A manifestação ocorre enquanto as campanhas dos dois candidatos à Presidência buscam ampliar alianças nos estados que terão segundo turno para governador.
No RN, Cadu de Lula integra o grupo político ligado ao presidente Lula e deverá contar com o apoio de lideranças do PT na segunda etapa da disputa estadual. O segundo turno está marcado para 25 de outubro.
Além do Rio Grande do Norte, outros seis estados e o Distrito Federal terão nova votação para definir os governadores. Na disputa presidencial, Flávio e Lula terão as próximas semanas para reorganizar as campanhas, buscar novos apoios e tentar conquistar os votos dos candidatos que ficaram fora do segundo turno, além dos eleitores que não participaram da votação.



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